Tratamento para Dependentes Químicos

Como Parar de Fumar Definitivamente?

Tomar a decisão de parar de fumar definitivamente não acontece da noite para o dia. Exige toda uma preparação, e às vezes, isso pode levar um tempo.

Além disso, existem casos onde será necessário pedir ajuda de um profissional, tamanha é a dificuldade de largar o vício sozinho.

Uma situação semelhante é o que ocorre ao longo do tratamento para dependência química, no entanto, é muito mais complicado, uma vez que a dependência de drogas requer maior atenção.

Portanto, você quer abandonar o vício de uma vez por todas ou quer ajudar alguém? Continue a leitura e descubra métodos que funcionam muito bem!

É difícil parar de fumar definitivamente?

Você sabia que até parar de fumar definitivamente, em média, a pessoa tenta de cinco a sete vezes?

Isso mostra que é difícil, assim como não é motivo para desistir em caso de fracasso, mas sim de continuar se motivando para abandonar o vício de vez.

Podemos fazer uma comparação com pessoas que se submetem a tratamento para alcoolismo, pois durante o processo pode haver várias recaídas, o que é normal.

O importante é focar no seu objetivo e pensar em todos os benefícios que você vai ganhar.

Dependendo da dependência, pode ser um processo longo, o que requer muito esforço e força de vontade.

Quais os benefícios de parar de fumar definitivamente?

Além do maior risco de vários tipos de câncer, ao parar de fumar definitivamente, você terá os seguintes benefícios, a curto, médio e longo prazos:

  • Coração mais saudável;
  • Menos risco de doenças cardiovasculares, como AVC;
  • Evitar cirrose e problemas digestivos;
  • Maior capacidade respiratória;
  • Pele e cabelo mais saudáveis;
  • Maior nível de concentração.

Esses são apenas alguns benefícios, inclusive também são observados em pacientes em uma clínica de recuperação para dependência química ou alcoólica.

Dicas para parar de fumar definitivamente

Hoje em dia, você encontra vários métodos para parar de fumar definitivamente, mas qual é o melhor?

Na verdade, o melhor é aquele que funciona para você, ou seja, o que funciona para um amigo talvez não seja eficaz para você.

Provavelmente, você já ouviu falar em adesivos e medicamentos, e prefere optar por um método mais natural.

Portanto, confira, a seguir, dicas muito úteis que ajudam a largar o cigarro progressivamente:

  • Passo 1: Defina uma data para parar dentro de seis semanas. Veja os horários mais indispensáveis e conserve-os. Elimine todos os outros, substituindo-os por chicletes ou balas. Assim, você reduz seu consumo diário, e cada etapa pode durar até três semanas;
  • Passo 2: Elimine os cigarros indispensáveis, um a um, continuando a usar chicletes, balas…

Quando você menos imaginar, já não fumará mais nenhum cigarro.

Além disso, a cada vez que surgir a vontade de fumar, é importante identificar quais as situações motivadoras.

Você está estressado? Viu alguém fumar? Tomou um café? 

Independentemente da situação, a dica é tomar um copo de água, fazer um exercício de respiração ou dar uma caminhada.

Agora, se nada funcionar, o ideal então é consultar um especialista para propor um método mais adequado para o seu caso.

 

Tratamento para Dependentes Químicos

Como Saber se Meu Filho usa Droga?

Às vezes, é um pouco difícil saber se seu filho usa droga, principalmente se for adolescente, visto que as mudanças de comportamento são normais durante a adolescência.

Seu filho pode fazer novas amizades, se vestir diferente ou escutar uma música estranha, mas isso não significa que ele esteja consumindo drogas.

Por outro lado, se tudo indicar que ele usa algum tipo de droga, quanto antes começar um tratamento para dependência química, melhor.

Portanto, se você está suspeitando que seu filho está usando droga, confira, a seguir, os sinais mais frequentes e o que você deve fazer para ajudá-lo.

Como saber se meu filho usa droga?

É normal alguns pais confundirem os sinais de uso de droga, pois a adolescência é uma fase cheia de mudanças, por isso, é importante saber diferenciar muito bem. 

Com certeza, a sensibilidade à flor da pele e ficar em silêncio é algo comum na adolescência, mas se seu filho parar de conversar com você, é algo a se preocupar.

Confira, a seguir, alguns sinais de alerta:

  • Baixo desempenho na escola;
  • Deixar de praticar atividades que gostava;
  • Novos amigos;
  • Isolamento;
  • Pedir dinheiro com frequência ou gasta mais do que costume;
  • Evitar olhar nos olhos;
  • Irritabilidade;
  • Falta de apetite;
  • Mudança nos hábitos de sono;
  • Oscilação de peso.

Além disso, se você perceber que ele está usando sempre colírios ou óculos escuros, é mais um fator para levar em consideração.

Quais os níveis de consumo de drogas?

No contexto de consumo de drogas, os especialistas identificam três níveis de uso:

Uso simples: Trata-se de um consumo ocasional que não provoca problemas sociais ou emocionais, e geralmente, é possível parar quando quiser.

Uso nocivo: Caracteriza-se pela piora dos problemas pessoais, psicológicos, físicos ou sociais, ligados ao efeito das substâncias ou pelo uso em excesso.

Dependência: Nesse estágio, há total perda de controle do consumo da droga, e muitas vezes, é necessário buscar uma clínica de recuperação.

Então, recomenda-se aos pais, caso suspeitem que seu filho usa droga, conversar com um profissional habilitado e experiente, caso contrário, pode piorar ao invés de ajudar.

Siga o seu instinto, e se alguma coisa te inquietar, converse com alguém que confie, pois duas cabeças funcionam melhor que uma, o que pode ajudar a estabelecer um plano mais eficaz.

Como ajudar meu filho?

O diálogo, nesse caso, é essencial, particularmente porque o adolescente pode estar mal informado e se basear em informações erradas e de fontes não oficiais.

É unanimidade entre os profissionais de saúde aconselhar que os pais mantenham um diálogo aberto, pois isso é uma forma de fortalecer a relação com seus filhos, tornando a comunicação mais fácil.

Por outro lado, é melhor evitar dramatizar, assim como não banalizar, afinal, riscos existem e dependendo do tipo de droga, as consequências à saúde podem ser bem sérias.

Não é raro ouvirmos histórias de jovens que precisam se submeter a um tratamento para alcoolismo tamanho o estrago feito.

O ideal é evitar chegar a esse ponto, e agir o quanto antes!

Transtornos

Depressão Unipolar: Causas e Sintomas

A depressão unipolar, também chamada de episódio depressivo maior, se caracteriza principalmente por uma tristeza quase permanente e uma visão pessimista do mundo e de si mesmo.

Esses são apenas alguns sintomas, e é um tipo de depressão bastante frequente em pacientes em tratamento para dependência química, em particular em razão da falta da droga. 

Lembrando que o termo depressão é um tanto banalizado hoje em dia, mas é uma condição que merece um cuidado especial.

Entenda, a seguir, mais sobre esse tipo de depressão, possíveis causas e principais sintomas. 

O que é depressão unipolar?

A depressão unipolar não designa uma tristeza passageira ou ficar deprimido de vez em quando, mas é uma doença neurológica, pelo menos nas suas formas mais severas, com problemas de funcionamento de certos circuitos neuronais.

O episódio depressivo dura geralmente vários meses, até mesmo anos, e afeta de maneira importante a vida cotidiana, familiar e profissional da pessoa.

A boa notícia é que existem diversas abordagens para tratar a depressão, inclusive algumas são aplicadas durante o tratamento para alcoolismo, uma vez que é normal surgir episódios depressivos.

Também se apresenta por episódios repetidos de depressão maior e grave, sempre do mesmo tipo, mas nunca com episódios maníacos.

Quais as causas da depressão unipolar?

As causas exatas da depressão são um tanto complexas, e não se trata de uma fraqueza de caráter ou uma falta de vontade, mas envolve uma série de fatores:

  • Fatores sociais: antecedentes familiares, traumatismos ligados à infância, personalidade neurótica, violências sofridas, consumo de droga ou álcool, podem desencadear a depressão;
  • Fatores ambientais: falta de sono, experiências frustrantes, a solidão, podem favorecer a depressão unipolar;
  • Fatores genéticos: pode haver uma predisposição genética, e segundo estudos, uma pessoa tem duas a quatro vezes mais risco de ter depressão se um de seus pais tem um histórico de transtorno depressivo.

Por exemplo, em uma clínica de recuperação, todos esses fatores são avaliados a fim de propor o tratamento mais adequado.

Conheça os sintomas da depressão unipolar

Embora negligenciada por algumas pessoas, a depressão unipolar deve ser encarada como uma doença, o que requer um tratamento.

Confira, a seguir, os principais sintomas e caso perceba que alguém perto de você esteja apresentando alguns deles, o ideal é buscar ajuda de um profissional qualificado:

  • Mudança de humor com o surgimento de uma tristeza profunda, com crises de choro;
  • Insônia (às vezes, sono em excesso);
  • Alteração do peso com perda de peso, mas alguns pacientes ganham peso;
  • Desinteresse por atividades que normalmente a pessoa sentia prazer;
  • Problemas de concentração e de memória;
  • Fadiga, principalmente de manhã;
  • Sensação de culpa;
  • Baixa autoestima e sentimento de desvalorização;
  • Pensamentos negativos podendo chegar a tentativas de suicídio, com o sentimento que a vida não vale a pena de ser vivida.

Para fazer o diagnóstico, o paciente precisa apresentar pelo menos 5 sintomas da lista, todos os dias e ao menos durante 2 semanas.

Agora, independentemente de ser um episódio mais leve ou grave, é necessário fazer um acompanhamento com um profissional capacitado.

Geralmente, são prescritos antidepressivos e paralelamente, uma psicoterapia.

Clínica de reabilitação

O Que é Crise de Ansiedade Generalizada?

Muitos se perguntam sobre o que é crise de ansiedade generalizada, como identificar os sinais e como sair dela.

Basicamente, é caracterizada por uma inquietude excessiva e incontrolável, que afeta o funcionamento geral da pessoa.

Por exemplo, pacientes em tratamento para dependência química geralmente apresentam transtorno de ansiedade generalizada, sendo essencial um acompanhamento de perto.

É importante estar atento aos sintomas de um distúrbio de ansiedade generalizada e dependendo da intensidade, buscar ajuda o mais rápido possível.

Vamos mostrar em mais detalhes como identificar uma crise de ansiedade generalizada, os principais sintomas e como tratar.

O que é crise de ansiedade generalizada?

A crise de ansiedade generalizada é quando as pessoas se apresentam ansiosas a maior parte do tempo, com preocupações extremamente excessivas e incontroláveis.

Por exemplo, é muito frequente um paciente em uma clínica de recuperação apresentar sinais de transtorno de ansiedade generalizada, o que impacta sua vida social, afetiva e profissional.

Embora a ansiedade ser um fenômeno normal e sentido pela maioria das pessoas, quando é um sentimento de ansiedade constante, pode gerar um ataque de ansiedade generalizada.

As pessoas sentem um medo antes mesmo de algo acontecer, e é o que os psiquiatras chamam de “medo sem objeto”.

O que incomoda uma pessoa ansiosa?

Todos os problemas importantes ou não do dia a dia podem ser amplificados e incomodar uma pessoa ansiosa.

Entre esses acontecimentos cotidianos que são fontes de uma crise de ansiedade generalizada, podemos citar coisas imprevisíveis ou incontroláveis, como o atraso de um ônibus, as preocupações com o futuro ou mesmo uma nota ruim em uma prova.

Com o tempo, isso acaba tomando conta da vida da pessoa, deixando-a totalmente incapacitada.

Quais os principais sintomas de um ataque de ansiedade generalizada?

Os sintomas de um ataque de ansiedade generalizada são ao mesmo tempo físicos, comportamentais e emocionais, por exemplo:

  • Insônia;
  • Dificuldades de concentração e de memória;
  • Tensões musculares e espasmos;
  • Dor de cabeça;
  • Náuseas ou diarreias;
  • Crises de pânico;
  • Um risco maior de dependência química.

Ao longo do tratamento para alcoolismo, é frequente os pacientes apresentarem uma crise de ansiedade generalizada, onde os sintomas físicos são integrados aos sintomas psicológicos.

Dessa forma, têm a sensação de que algo de muito ruim vai acontecer, sendo que os sintomas variam quanto à intensidade, mas estão sempre presentes.

Como tratar um transtorno de ansiedade generalizada?

Geralmente, uma crise de ansiedade generalizada está associada a outros problemas psicológicos, como depressão, fobias, problemas de dependência, assim como transtornos alimentares.

Além disso, o transtorno de ansiedade generalizada afeta todas as áreas da vida da pessoa, onde ela vive com um sentimento de desconforto intenso, e quem está por perto não sabe como lidar.

O ideal é procurar um profissional para dar um diagnóstico mais preciso, pois somente ele é capaz de propor o melhor tratamento.

Na maioria dos casos, um distúrbio de ansiedade generalizada tem ótimos resultados com terapia comportamental cognitiva e dependendo da necessidade, o uso de medicamentos.

Além disso, existem algumas alternativas que podem ajudar, como praticar yoga, meditação, fazer atividades físicas regulares, ou até mesmo se dedicar a um hobby.

Tratamento para Dependentes Químicos

O Que São Narcóticos?

Muitos se perguntam o que são narcóticos, quais efeitos e como funciona no organismo.

A questão aqui é quando são usados de forma abusiva, e é sua dependência que leva tantos para uma clínica de recuperação.

Embora sejam drogas que até podem ser prescritas por um médico, não é bem assim que acontece na prática.

Confira, a seguir, o que significa narcóticos, como funciona e seus principais perigos à saúde.

O que são narcóticos?

Ainda existem muitas dúvidas sobre o que são narcóticos, mas o termo se refere a substâncias que fazem adormecer e reduzem ou eliminam a sensibilidade.

Na verdade, é uma droga proibida, a menos que haja prescrição de um profissional de saúde.

Na medicina, os narcóticos são drogas usadas como anestésicos, como o ópio e derivados.

Ou seja, são opiáceos que quando usados para fins médicos, são potentes analgésicos.

No entanto, seus derivados, como heroína, fentanil, hidrocodona, morfina e codeína, são alguns exemplos de drogas que torna necessário um tratamento para dependência química.

Como funcionam os narcóticos?

O narcótico é uma substância que age sobre o sistema nervoso central e que tem por efeito provocar o sono e diminuir a sensibilidade à dor. 

Quando se trata sobre o que são narcóticos ilegais, são certas drogas ou medicamentos que possuem propriedades depressivas do sistema nervoso central.

Dessa forma, substâncias narcóticas provocam, em doses mais ou menos fortes, um sono artificial.

Eles agem ao nível da barreira hemato-encefálica, que separa a circulação sanguínea do sistema nervoso central, bloqueando a transmissão das informações dos neurônios em direção ao cérebro.

Esses efeitos são mais ou menos intensos de acordo com as doses, mas têm também efeitos secundários sobre o sistema nervoso, muscular, respiratório e cardiovascular.

Conheça alguns tipos de narcóticos

Narcóticos ou substâncias entorpecentes geralmente alteram a consciência da pessoa.

No entanto, muitas dessas substâncias são produzidas em laboratórios, mas de forma ilegal.

Confira alguns tipos de narcóticos:

  • Ópio;
  • Heroína;
  • Codeína;
  • Cocaína;
  • Morfina;
  • Hipnóticos ou soníferos;
  • Xaropes;
  • Tranquilizantes ou sedativos;
  • Anfetaminas.

Essas substâncias, principalmente quando usadas em altas dosagens e por um longo período, causam não apenas dependência química, mas pode provocar overdose.

Por isso, é importante que pessoas próximas estejam atentas e observar se um parente ou amigo possa estar fazendo uso de narcóticos, e pedir ajuda.

Quais os perigos do uso abusivo de entorpecentes?

Agora que você já entendeu o que são narcóticos, quais os perigos do uso abusivo?

Os narcóticos são substâncias ou medicamentos psicotrópicos que modificam certos processos bioquímicos e fisiológicos do cérebro e causam uma baixa de consciência e um relaxamento muscular.

Alguns dos perigos do uso abusivo são:

  • Náuseas e vômitos;
  • Perda de memória;
  • Sonolência;
  • Agitação;
  • Transtornos de humor;
  • Problemas respiratórios.

Ao longo do tratamento para alcoolismo, é essencial saber se o dependente usou narcóticos, pois seus efeitos são potencializados quando associados ao álcool.

Se são utilizados por longos períodos, todos os narcóticos aumentam o risco de dependência, que se traduz por uma necessidade de aumentar as doses do produto para obter seus efeitos.

Clínica de reabilitação

Quais Sintomas da Síndrome do Pânico?

Os sintomas da síndrome do pânico podem ser confundidos com uma crise de ansiedade, mas são muito mais intensos.

Quando uma pessoa apresenta sinais de ataque de pânico, isso pode acontecer em qualquer momento, sem qualquer acontecimento prévio.

São muito comuns ao longo do tratamento para dependência química, onde a pessoa pode sentir palpitações, dificuldade para respirar e boca seca.

No entanto, um sentimento de pânico torna-se patológico quando não é desencadeado por um acontecimento em particular e toma formas desproporcionais, impedindo a pessoa de viver normalmente.

Confira, a seguir, alguns indicadores do transtorno do pânico e o que pode acontecer se não for tratado.

Quais sintomas da síndrome do pânico?

A pessoa que sente os sintomas da síndrome do pânico acredita que está tendo um ataque cardíaco ou de ter sido envenenado, e pensa que vai morrer.

Durante essa crise, que pode durar de 10 a 20 minutos, mas para quem passa por isso parece uma eternidade, a pessoa sente sente diversos sintomas do transtorno de pânico. Por exemplo:

  • Palpitações;
  • Transpiração excessiva;
  • Dor no peito e na barriga;
  • Formigamentos;
  • Tremores;
  • Ondas de calor;
  • Dificuldade para respirar.

Dependentes que estão passando por um tratamento para alcoolismo procuram um serviço de emergência, pois acreditam que os sinais de um ataque de pânico podem ser um grave problema de saúde.

O que é um ataque de pânico?

Um ataque de pânico é caracterizado por uma forte crise de ansiedade, associada a uma sensação de morte eminente.

Quando os sintomas de crises de pânico acontecem de forma mais frequente e recorrente, a pessoa vive esperando o próximo ataque, e isso se caracteriza o transtorno de pânico.

Dessa forma, um ciclo vicioso se instala, onde o medo da próxima crise aumenta a ansiedade e pode desencadear assim os sintomas de síndrome do pânico.

Em uma clínica de recuperação, alguns pacientes podem apresentar um só ataque de pânico, mas se ocorrer outro, é importante o médico fazer um acompanhamento de perto.

Transtorno do pânico e agorafobia

Em alguns casos, o transtorno do pânico pode provocar agorafobia, que é o medo de estar em lugares públicos e com aglomeração.

Após uma ou várias crises de ansiedade, a pessoa acredita que vai ter sinais de transtorno de pânico em um lugar onde ela não vai conseguir sair, ou em uma situação em que não vai poder ser socorrida.

Em casos mais graves, ela nem sai de casa, ficando totalmente dependente de alguém para todos os seus deslocamentos.

O que pode acontecer se o transtorno de pânico não for tratado?

Estudos mostram que em 25 a 30% dos casos, os sintomas de síndrome do pânico quando não tratados, tornam-se crônicos.

Sem tratamento, os ataques de pânico podem se repetir com mais e mais frequência e os sinais do transtorno de pânico muito mais intensos.

A doença provoca efeitos muito negativos no dia a dia da pessoa, chegando ao ponto de evitar qualquer situação que julga favorável aos ataques.

Algumas param de trabalhar e outras até não saem mais de casa.Com o tempo, se os problemas da síndrome do pânico não forem tratados adequadamente, podem levar à depressão, suicídio ou a fuga no álcool, drogas ou medicamentos ansiolíticos.

Clínica de reabilitação

Quais os Sintomas de Crise de Ansiedade?

Reconhecer os sintomas de crise de ansiedade é fundamental, pois embora não apresente nenhum risco à saúde, é preciso aprender a controlar.

Os sinais de crise de ansiedade se manifestam por sintomas múltiplos e muito variados, tanto psicológicos quanto físicos.

Vale lembrar que durante o tratamento para dependência química, é muito comum a presença de indicadores de crise de ansiedade, o que requer uma atenção especial.

Vamos mostrar aqui os principais sintomas que indicam uma crise de ansiedade e qual o tratamento mais adequado.

Quais os sintomas de crise de ansiedade?

Antes de saber quais os sintomas de crise de ansiedade, o que significa uma crise de ansiedade propriamente dita?

A crise de ansiedade é caracterizada por nervosismo, grande angústia, como se algo de terrível estivesse prestes a acontecer a qualquer momento.

No entanto, pode surgir de repente, sem nenhuma causa explícita, e exatamente por isso que em uma clínica de recuperação, os profissionais acompanham de perto possíveis indícios de crise de ansiedade.

Os principais sinais de crise de ansiedade incluem:

  • Batimentos cardíacos acelerados;
  • Formigamento nos pés e mãos;
  • Dor no peito;
  • Dificuldade para respirar;
  • Suor excessivo;
  • Náuseas;
  • Tremores;
  • Sensação de que algo ruim vai acontecer.

Crise de ansiedade é perigoso à saúde?

Agora que você já sabe quais os sintomas de crise de ansiedade, talvez esteja se perguntando se isso é perigoso.

Por exemplo, uma pessoa que está passando por um tratamento para alcoolismo, pode ter a impressão de falta de ar, mas é apenas uma impressão.

Ou seja, o corpo não vai parar de respirar.

O mesmo acontece em relação ao ritmo cardíaco, onde a pessoa pode sentir palpitações e batimentos cardíacos acelerados, que são outros indicadores de crise de ansiedade.

A menos que exista uma doença cardíaca, a crise de ansiedade não faz o coração parar de bater.

No entanto, os efeitos físicos no corpo são reais, que é o chamado somatização, que é a manifestação física de algo de origem psíquica.

E são esses sinais físicos de crise de ansiedade que afetam a qualidade de vida da pessoa.

Qual o tratamento para reduzir os sintomas de crise de ansiedade?

Embora os sintomas de crise de ansiedade sejam mais presentes em pessoas mais ansiosas, podem surgir de forma brusca e sem causa específica.

Antes de mais nada, é importante descartar qualquer doença real, onde uma avaliação médica é necessária para verificar que não se trata de um infarto, por exemplo.

O tratamento para minimizar e evitar os efeitos da crise de ansiedade, é baseado em vários fatores.

Por exemplo, eliminar alimentos estimulantes, aprender exercícios de relaxamento, psicoterapia e dependendo do caso, o uso de medicamentos.

O acompanhamento de um profissional de saúde é crucial, principalmente em razão dos medicamentos e do risco da dependência.

Tudo vai depender também da repetição das crises e das consequências sobre a pessoa. 

Se acontecer apenas uma vez, não é necessário um tratamento, mas é importante estar atento quanto à frequência de crises de ansiedade.

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