Clínica de reabilitação

O Que é Crise de Ansiedade Generalizada?

Muitos se perguntam sobre o que é crise de ansiedade generalizada, como identificar os sinais e como sair dela.

Basicamente, é caracterizada por uma inquietude excessiva e incontrolável, que afeta o funcionamento geral da pessoa.

Por exemplo, pacientes em tratamento para dependência química geralmente apresentam transtorno de ansiedade generalizada, sendo essencial um acompanhamento de perto.

É importante estar atento aos sintomas de um distúrbio de ansiedade generalizada e dependendo da intensidade, buscar ajuda o mais rápido possível.

Vamos mostrar em mais detalhes como identificar uma crise de ansiedade generalizada, os principais sintomas e como tratar.

O que é crise de ansiedade generalizada?

A crise de ansiedade generalizada é quando as pessoas se apresentam ansiosas a maior parte do tempo, com preocupações extremamente excessivas e incontroláveis.

Por exemplo, é muito frequente um paciente em uma clínica de recuperação apresentar sinais de transtorno de ansiedade generalizada, o que impacta sua vida social, afetiva e profissional.

Embora a ansiedade ser um fenômeno normal e sentido pela maioria das pessoas, quando é um sentimento de ansiedade constante, pode gerar um ataque de ansiedade generalizada.

As pessoas sentem um medo antes mesmo de algo acontecer, e é o que os psiquiatras chamam de “medo sem objeto”.

O que incomoda uma pessoa ansiosa?

Todos os problemas importantes ou não do dia a dia podem ser amplificados e incomodar uma pessoa ansiosa.

Entre esses acontecimentos cotidianos que são fontes de uma crise de ansiedade generalizada, podemos citar coisas imprevisíveis ou incontroláveis, como o atraso de um ônibus, as preocupações com o futuro ou mesmo uma nota ruim em uma prova.

Com o tempo, isso acaba tomando conta da vida da pessoa, deixando-a totalmente incapacitada.

Quais os principais sintomas de um ataque de ansiedade generalizada?

Os sintomas de um ataque de ansiedade generalizada são ao mesmo tempo físicos, comportamentais e emocionais, por exemplo:

  • Insônia;
  • Dificuldades de concentração e de memória;
  • Tensões musculares e espasmos;
  • Dor de cabeça;
  • Náuseas ou diarreias;
  • Crises de pânico;
  • Um risco maior de dependência química.

Ao longo do tratamento para alcoolismo, é frequente os pacientes apresentarem uma crise de ansiedade generalizada, onde os sintomas físicos são integrados aos sintomas psicológicos.

Dessa forma, têm a sensação de que algo de muito ruim vai acontecer, sendo que os sintomas variam quanto à intensidade, mas estão sempre presentes.

Como tratar um transtorno de ansiedade generalizada?

Geralmente, uma crise de ansiedade generalizada está associada a outros problemas psicológicos, como depressão, fobias, problemas de dependência, assim como transtornos alimentares.

Além disso, o transtorno de ansiedade generalizada afeta todas as áreas da vida da pessoa, onde ela vive com um sentimento de desconforto intenso, e quem está por perto não sabe como lidar.

O ideal é procurar um profissional para dar um diagnóstico mais preciso, pois somente ele é capaz de propor o melhor tratamento.

Na maioria dos casos, um distúrbio de ansiedade generalizada tem ótimos resultados com terapia comportamental cognitiva e dependendo da necessidade, o uso de medicamentos.

Além disso, existem algumas alternativas que podem ajudar, como praticar yoga, meditação, fazer atividades físicas regulares, ou até mesmo se dedicar a um hobby.

Tratamento para Dependentes Químicos

O Que São Narcóticos?

Muitos se perguntam o que são narcóticos, quais efeitos e como funciona no organismo.

A questão aqui é quando são usados de forma abusiva, e é sua dependência que leva tantos para uma clínica de recuperação.

Embora sejam drogas que até podem ser prescritas por um médico, não é bem assim que acontece na prática.

Confira, a seguir, o que significa narcóticos, como funciona e seus principais perigos à saúde.

O que são narcóticos?

Ainda existem muitas dúvidas sobre o que são narcóticos, mas o termo se refere a substâncias que fazem adormecer e reduzem ou eliminam a sensibilidade.

Na verdade, é uma droga proibida, a menos que haja prescrição de um profissional de saúde.

Na medicina, os narcóticos são drogas usadas como anestésicos, como o ópio e derivados.

Ou seja, são opiáceos que quando usados para fins médicos, são potentes analgésicos.

No entanto, seus derivados, como heroína, fentanil, hidrocodona, morfina e codeína, são alguns exemplos de drogas que torna necessário um tratamento para dependência química.

Como funcionam os narcóticos?

O narcótico é uma substância que age sobre o sistema nervoso central e que tem por efeito provocar o sono e diminuir a sensibilidade à dor. 

Quando se trata sobre o que são narcóticos ilegais, são certas drogas ou medicamentos que possuem propriedades depressivas do sistema nervoso central.

Dessa forma, substâncias narcóticas provocam, em doses mais ou menos fortes, um sono artificial.

Eles agem ao nível da barreira hemato-encefálica, que separa a circulação sanguínea do sistema nervoso central, bloqueando a transmissão das informações dos neurônios em direção ao cérebro.

Esses efeitos são mais ou menos intensos de acordo com as doses, mas têm também efeitos secundários sobre o sistema nervoso, muscular, respiratório e cardiovascular.

Conheça alguns tipos de narcóticos

Narcóticos ou substâncias entorpecentes geralmente alteram a consciência da pessoa.

No entanto, muitas dessas substâncias são produzidas em laboratórios, mas de forma ilegal.

Confira alguns tipos de narcóticos:

  • Ópio;
  • Heroína;
  • Codeína;
  • Cocaína;
  • Morfina;
  • Hipnóticos ou soníferos;
  • Xaropes;
  • Tranquilizantes ou sedativos;
  • Anfetaminas.

Essas substâncias, principalmente quando usadas em altas dosagens e por um longo período, causam não apenas dependência química, mas pode provocar overdose.

Por isso, é importante que pessoas próximas estejam atentas e observar se um parente ou amigo possa estar fazendo uso de narcóticos, e pedir ajuda.

Quais os perigos do uso abusivo de entorpecentes?

Agora que você já entendeu o que são narcóticos, quais os perigos do uso abusivo?

Os narcóticos são substâncias ou medicamentos psicotrópicos que modificam certos processos bioquímicos e fisiológicos do cérebro e causam uma baixa de consciência e um relaxamento muscular.

Alguns dos perigos do uso abusivo são:

  • Náuseas e vômitos;
  • Perda de memória;
  • Sonolência;
  • Agitação;
  • Transtornos de humor;
  • Problemas respiratórios.

Ao longo do tratamento para alcoolismo, é essencial saber se o dependente usou narcóticos, pois seus efeitos são potencializados quando associados ao álcool.

Se são utilizados por longos períodos, todos os narcóticos aumentam o risco de dependência, que se traduz por uma necessidade de aumentar as doses do produto para obter seus efeitos.

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Quais Sintomas da Síndrome do Pânico?

Os sintomas da síndrome do pânico podem ser confundidos com uma crise de ansiedade, mas são muito mais intensos.

Quando uma pessoa apresenta sinais de ataque de pânico, isso pode acontecer em qualquer momento, sem qualquer acontecimento prévio.

São muito comuns ao longo do tratamento para dependência química, onde a pessoa pode sentir palpitações, dificuldade para respirar e boca seca.

No entanto, um sentimento de pânico torna-se patológico quando não é desencadeado por um acontecimento em particular e toma formas desproporcionais, impedindo a pessoa de viver normalmente.

Confira, a seguir, alguns indicadores do transtorno do pânico e o que pode acontecer se não for tratado.

Quais sintomas da síndrome do pânico?

A pessoa que sente os sintomas da síndrome do pânico acredita que está tendo um ataque cardíaco ou de ter sido envenenado, e pensa que vai morrer.

Durante essa crise, que pode durar de 10 a 20 minutos, mas para quem passa por isso parece uma eternidade, a pessoa sente sente diversos sintomas do transtorno de pânico. Por exemplo:

  • Palpitações;
  • Transpiração excessiva;
  • Dor no peito e na barriga;
  • Formigamentos;
  • Tremores;
  • Ondas de calor;
  • Dificuldade para respirar.

Dependentes que estão passando por um tratamento para alcoolismo procuram um serviço de emergência, pois acreditam que os sinais de um ataque de pânico podem ser um grave problema de saúde.

O que é um ataque de pânico?

Um ataque de pânico é caracterizado por uma forte crise de ansiedade, associada a uma sensação de morte eminente.

Quando os sintomas de crises de pânico acontecem de forma mais frequente e recorrente, a pessoa vive esperando o próximo ataque, e isso se caracteriza o transtorno de pânico.

Dessa forma, um ciclo vicioso se instala, onde o medo da próxima crise aumenta a ansiedade e pode desencadear assim os sintomas de síndrome do pânico.

Em uma clínica de recuperação, alguns pacientes podem apresentar um só ataque de pânico, mas se ocorrer outro, é importante o médico fazer um acompanhamento de perto.

Transtorno do pânico e agorafobia

Em alguns casos, o transtorno do pânico pode provocar agorafobia, que é o medo de estar em lugares públicos e com aglomeração.

Após uma ou várias crises de ansiedade, a pessoa acredita que vai ter sinais de transtorno de pânico em um lugar onde ela não vai conseguir sair, ou em uma situação em que não vai poder ser socorrida.

Em casos mais graves, ela nem sai de casa, ficando totalmente dependente de alguém para todos os seus deslocamentos.

O que pode acontecer se o transtorno de pânico não for tratado?

Estudos mostram que em 25 a 30% dos casos, os sintomas de síndrome do pânico quando não tratados, tornam-se crônicos.

Sem tratamento, os ataques de pânico podem se repetir com mais e mais frequência e os sinais do transtorno de pânico muito mais intensos.

A doença provoca efeitos muito negativos no dia a dia da pessoa, chegando ao ponto de evitar qualquer situação que julga favorável aos ataques.

Algumas param de trabalhar e outras até não saem mais de casa.Com o tempo, se os problemas da síndrome do pânico não forem tratados adequadamente, podem levar à depressão, suicídio ou a fuga no álcool, drogas ou medicamentos ansiolíticos.

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Quais os Sintomas de Crise de Ansiedade?

Reconhecer os sintomas de crise de ansiedade é fundamental, pois embora não apresente nenhum risco à saúde, é preciso aprender a controlar.

Os sinais de crise de ansiedade se manifestam por sintomas múltiplos e muito variados, tanto psicológicos quanto físicos.

Vale lembrar que durante o tratamento para dependência química, é muito comum a presença de indicadores de crise de ansiedade, o que requer uma atenção especial.

Vamos mostrar aqui os principais sintomas que indicam uma crise de ansiedade e qual o tratamento mais adequado.

Quais os sintomas de crise de ansiedade?

Antes de saber quais os sintomas de crise de ansiedade, o que significa uma crise de ansiedade propriamente dita?

A crise de ansiedade é caracterizada por nervosismo, grande angústia, como se algo de terrível estivesse prestes a acontecer a qualquer momento.

No entanto, pode surgir de repente, sem nenhuma causa explícita, e exatamente por isso que em uma clínica de recuperação, os profissionais acompanham de perto possíveis indícios de crise de ansiedade.

Os principais sinais de crise de ansiedade incluem:

  • Batimentos cardíacos acelerados;
  • Formigamento nos pés e mãos;
  • Dor no peito;
  • Dificuldade para respirar;
  • Suor excessivo;
  • Náuseas;
  • Tremores;
  • Sensação de que algo ruim vai acontecer.

Crise de ansiedade é perigoso à saúde?

Agora que você já sabe quais os sintomas de crise de ansiedade, talvez esteja se perguntando se isso é perigoso.

Por exemplo, uma pessoa que está passando por um tratamento para alcoolismo, pode ter a impressão de falta de ar, mas é apenas uma impressão.

Ou seja, o corpo não vai parar de respirar.

O mesmo acontece em relação ao ritmo cardíaco, onde a pessoa pode sentir palpitações e batimentos cardíacos acelerados, que são outros indicadores de crise de ansiedade.

A menos que exista uma doença cardíaca, a crise de ansiedade não faz o coração parar de bater.

No entanto, os efeitos físicos no corpo são reais, que é o chamado somatização, que é a manifestação física de algo de origem psíquica.

E são esses sinais físicos de crise de ansiedade que afetam a qualidade de vida da pessoa.

Qual o tratamento para reduzir os sintomas de crise de ansiedade?

Embora os sintomas de crise de ansiedade sejam mais presentes em pessoas mais ansiosas, podem surgir de forma brusca e sem causa específica.

Antes de mais nada, é importante descartar qualquer doença real, onde uma avaliação médica é necessária para verificar que não se trata de um infarto, por exemplo.

O tratamento para minimizar e evitar os efeitos da crise de ansiedade, é baseado em vários fatores.

Por exemplo, eliminar alimentos estimulantes, aprender exercícios de relaxamento, psicoterapia e dependendo do caso, o uso de medicamentos.

O acompanhamento de um profissional de saúde é crucial, principalmente em razão dos medicamentos e do risco da dependência.

Tudo vai depender também da repetição das crises e das consequências sobre a pessoa. 

Se acontecer apenas uma vez, não é necessário um tratamento, mas é importante estar atento quanto à frequência de crises de ansiedade.

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Os efeitos do uso da maconha no corpo!

Os efeitos do uso da maconha no corpo podem variar de acordo com as características do usuário, com seu estado de espírito, com o ambiente em que o consumo ocorre e também com as características da droga, segundo o biólogo Lucas Maia, doutorando em Saúde Pública da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e pesquisadora do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid).

O especialista é coordenador do grupo multidisciplinar “Maconhabras”, que, sob a supervisão do médico Elisaldo Carlini, professor da Unifesp, reúne pesquisadores de várias instituições interessadas principalmente no uso medicinal da Cannabis sativa. Maia conversou com o G1 sobre os efeitos fisiológicos e psicológicos da droga, cuja venda e cultivo regulamentados por lei foram aprovados nesta terça-feira (10) no Uruguai. Veja abaixo algumas das ações da maconha no corpo humano:

Atividade locomotora
A maconha geralmente promove uma diminuição da atividade motora, fazendo com que a pessoa se mova menos e possa atingir um estado de sonolência. No entanto, dependendo da dose de tetra-hidrocanabinol (THC) – o ingrediente ativo com os efeitos mais pronunciados da maconha – a reação também pode ser o oposto, levando a uma sensação de euforia e movimentos intensificados.

Para isso temos a Clínica de Tratamento para dependência química e alcoólatra!

“Qualquer coisa que envolva os efeitos da cannabis pode parecer ambígua. Há análises que mostram que esses efeitos são bidirecionais, dependendo da dose, do indivíduo e do ambiente ”, diz Maia.

Frequência cardíaca
Especialmente em pessoas que usam o medicamento pela primeira vez, pode haver um aumento na freqüência cardíaca. “Não é um efeito que pode levar a um ataque cardíaco, por exemplo, mas é um aumento muito evidente. A pessoa pode se sentir desconfortável e ansiosa, e isso pode ser um risco no caso de indivíduos com histórico pessoal ou familiar de ansiedade ou transtorno do pânico ”, explica o biólogo.

Diminuição da temperatura e aumento do apetite
Assim como a maconha causa uma diminuição da atividade motora, também leva a uma diminuição da temperatura corporal, o que cria um quadro de hipotermia. Também pode estimular o sistema digestivo e aumentar o apetite. Boca seca e olhos vermelhos também são alguns dos efeitos observados após o uso.

Humor
Quanto aos efeitos no humor do usuário, o medicamento pode causar relaxamento e calma, bem como um sentimento de ansiedade e angústia. Novamente, isso depende das características do usuário e da substância. “A maconha com maior concentração de THC tende a induzir reações de ansiedade com mais frequência, em comparação com a maconha com menor concentração de THC, segundo estudos”, compara Maia. Quando o usuário tem um histórico médico de ansiedade, os riscos do medicamento que suscitam emoções negativas são maiores.

Pulmões
O cigarro de maconha contém muitos dos componentes também presentes no cigarro comum. Para comparar os efeitos do tabaco e da maconha na função pulmonar, Maia cita um estudo publicado na revista científica “The Journal of the American Medical Association” (Jama) em 2012.

Os pesquisadores investigaram a associação entre o uso de maconha e os possíveis efeitos adversos na função pulmonar em mais de 5.000 pessoas. Os resultados mostraram que o uso intenso por longos períodos (mais de 10 anos) foi associado a um declínio na capacidade pulmonar. No entanto, o uso moderado, por até 7 anos, não causou grandes danos aos pulmões, diferentemente do observado em fumantes comuns que, com a mesma frequência de uso, já apresentavam fortes efeitos adversos.

Memória
A maconha prejudica principalmente a memória de curto prazo e a chamada memória de trabalho. “Estes são efeitos transitórios, especialmente durante o uso. Mas, se pensarmos que uma pessoa usa a droga todos os dias, ela estará sob esse efeito prejudicial o tempo todo e não reterá informações ”, diz o pesquisador. Maia diz que após 28 dias sem usar a substância, as funções de memória e cognição são estabilizadas novamente.

Dependência
Maia diz que, embora existam casos de dependência de maconha, ainda não foram realizados estudos clínicos que demonstrem claramente quais são os mecanismos desse tipo de dependência. “É um estudo difícil de ser realizado. O que se sabe é que 5% a 8% dos usuários de drogas são dependentes. O percentual é baixo em comparação com outras substâncias, como nicotina, cocaína ou heroína ”, diz ele.

O vício, no caso da maconha, pode ser caracterizado pela necessidade de aumentar a dose para obter os mesmos efeitos e também por sintomas de abstinência, como irritabilidade, falta de apetite e insônia.

Uso terapêutico
Foi comprovado que a eficácia do uso terapêutico da maconha reduz os efeitos colaterais da quimioterapia contra o câncer, aliviando náuseas e vômitos. Para pacientes com AIDS terminal, com falta de apetite, o medicamento também pode estimular a fome e proporcionar uma melhor qualidade de vida à pessoa.

Tratamento para Dependentes Químicos

As drogas afetam agressivamente o corpo…

As drogas são substancias perigosas, que podem causar muitas doenças e até mesmo gerar uma dependência química…. Resultando em necessidade de internação em uma clínica reabilitação para drogados! A medicação funciona principalmente no sistema nervoso central, que é responsável pela coordenação de todas as funções corporais. As suas células são permanentes, ou seja, não são substituídas para toda a vida como outros órgãos do corpo humano. Isso significa que o uso de drogas afeta agressivamente o corpo e às vezes causa danos irreversíveis.

Quando agem no sistema nervoso central (SNC), as drogas são chamadas psicotrópicas. Eles podem ser divididos em três grupos, dependendo da atividade que exercem sobre o cérebro: Depressores, que reduzem a actividade do sistema nervoso central. O utilizador destas drogas torna-se “incoerente”, “lento”, desinteressado (álcool, barbitúricos, drogas são exemplos destas drogas). Os estimulantes são responsáveis por aumentar a actividade cerebral. A pessoa que toma estas drogas está “ligada”, “elétrica”, sem dormir (anfetaminas e cocaína). E finalmente, drogas alucinógenas ou alucinógenas que mudam qualitativamente a atividade cerebral; elas não aumentam ou diminuem a atividade cerebral. O SNC começa a funcionar a partir do seu estado normal (maconha, cogumelos, LSD, ecstasy).

A maioria das drogas alucinógenas vem de plantas. No passado, essas plantas eram, na sua maioria, descobertas por culturas primitivas que, quando sentiam seus efeitos espirituais, começaram a considerá-las como “plantas divinas”, ou seja, faziam com que aqueles que as levavam recebessem mensagens divinas dos deuses, porque elevavam o homem a uma dimensão imaterial e causavam alucinações. Desta forma, estes povos e culturas acreditavam em seus rituais de contato com as forças da natureza e seus deuses.

Nos anos sessenta, o uso de drogas disruptivas foi popularizado pelo movimento hippie. Este fenómeno sócio-cultural foi uma revolta contra os valores exclusivamente competitivos e materialistas integrados no modo de vida das sociedades industriais, ofuscando os sentimentos mais íntimos e as necessidades místico-religiosas. Naquela época, cresceu o número de pessoas que começaram a usar drogas alucinógenas como uma expressão simbólica de seus ideais.

Hoje, os jovens estão no centro dos programas de prevenção e combate ao uso de drogas. Entre os fatores que provocam o uso de drogas entre os jovens, os mais importantes são as emoções e sentimentos associados ao intenso sofrimento mental, como depressão, sentimentos de culpa, ansiedade excessiva e baixa auto-estima. O uso de drogas está intimamente ligado ao crime.

As drogas perturbadoras interferem com vários tipos de neurotransmissores. Não são nem estimulantes, nem depressores clássicos. Podem afectar o pensamento lógico e a memória ou afectar os reflexos e a velocidade de reacção e, dependendo da droga e da dose, podem levar a distorções sensoriais (ver, sentir, provar, tocar, cheirar) a alucinações. Eles também podem ser conhecidos como alucinógenos, psicodélicos, psicotrópicos, psicóticos, psicodislépticos e psicometamórficos. Eles estão divididos em dois grupos, herbal e sintético.

Não há uma explicação convincente para a busca de drogas. Sabe-se pela história que elas eram usadas em culturas antigas para contatar os deuses e experimentar uma sensação de prazer, no caso das drogas herbais, e que no passado mais distante, agora que eram drogas sintéticas, eram legalmente usadas como drogas como anestésicos, supressores de apetite e outras.

A necessidade de proibir o uso dessas drogas está relacionada aos danos que elas causam ao sistema nervoso central do usuário, como mostram estudos realizados em vários países. No entanto, ainda há pouca informação detalhada sobre como os químicos afectam o cérebro. No entanto, é possível aumentar alguns dos danos, tais como deficiência e perda de memória, aprendizagem verbal, capacidade de atenção, etc., que podem ser causados por drogas.

Portanto, é de grande valor ter a capacidade de compreender o que acontece no cérebro de uma pessoa que tem um certo tipo de dependência química ou que usa essas drogas, sejam elas viciantes ou não, sabendo que é um hábito que causa certos tipos de danos à saúde do indivíduo, tanto a curto como a longo prazo. É essencial que os profissionais de saúde mental da comunidade, particularmente os enfermeiros, tenham o bom senso de desempenhar as suas funções com uma visão holística e de reforçar o conceito de saúde mental.

Tratamento para o Alcoolismo

Conheça os malefícios do álcool em seu corpo.

O alcoolismo é considerado uma doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O consumo prolongado e descontrolado de bebidas alcoólicas pode perturbar seriamente o funcionamento normal do organismo, o que leva a consequências irreversíveis. E o que muitos não sabem é que o alcoolismo pode sim causar dependência, precisando de uma clínica de reabilitação para alcoolatras.

Os alcoólicos representam não só para si próprios, mas também para a sua família, amigos e colegas de trabalho. O alcoolismo não é acompanhado pelo desejo incontrolado de beber, pela falta de controle ou pelo vício físico.

E mesmo assim, há menos hipóteses de alcoolismo (para sentir os mesmos efeitos que antes, é necessário aumentar a quantidade de álcool). Todos nós conhecemos a palavra alcoolismo. Contudo, poucas pessoas entendem o que isso significa.

O alcoolismo, também conhecido como “síndrome do alcoolismo”, é uma condição que ocorre após o consumo repetido de álcool e geralmente causa os seguintes sintomas (que não são necessariamente normais) Transtorno obsessivo-compulsivo: um forte ou descontrolado desejo de beber álcool.

A bebida é difícil de controlar. Gerando uma dependência do álcool.  Uma pessoa começa a beber e depois não consegue parar. Sintomas de abstinência como náusea, suor, tremor e ansiedade. Tolerância: Uma dose maior de álcool é necessária para obter o mesmo efeito que uma dose menor da substância mais cedo, ou para obter um efeito restaurador com a mesma dose da substância.